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Poesia: deleite-se ou delete-me (13.11.15).

 

Maraãvilhosos,

 

 Beto

Eu nasci e me criei ouvindo o pai dela!

Meu pai era fã incondicional do Nelson Gonçalves.

 

Confesso que, no que me lembro, no início, não gostava muito daquele vozeirão, preferindo Roberto Carlos, Zé Roberto, Reginaldo Rossi e outros.

Com o tempo comecei a gostar do Nelson. Com a morte de meu pai assumi sua condição de fã incondicional do Nelson!

Aqui em São Paulo já fui algumas vezes ao “Bar do Nelson” e outros da rede da Lilian, a Biroska (Ficam na Rua Canuto do Val, Santa Cecília, todo motorista sabe onde é)!

A senhora/moça parece ser feita de ferro, pois fica transitando entre seus estabecimentos ao longo da noite e atendendo a todos com muito sorriso, carinho e respeito, pois tem gente (famosa) que apenas sorri e demonstra “carinho” até o flash se apagar. A Lilian, pelo que tenho visto, vai além disso.

O que ela diz sobre o cliente, foto abaixo, tenho a sensação de que põe em prática!

Gosto muito dos ambientes e de ouvir os sucessos imortais de seu pai!

Sempre que posso, estou por lá.

O cliente, Lilian Gonçalves   2

e,

Eu e Lilian, por Cris Lima

                                                                           Eu e Lilian, por Cris Lima

 

Mas, o engraçado, é a vida com seus círculos! Minha filha Antonia Angela, de 5 anos, de tanto nos acompanhar ouvindo o Julio Iglesias, já até sugere a música que quer ouvir quando vai dormir: “Julio Iglesias”, diz!

Mas isso fica para outra história.

 

Obrigado ao Beto Zabroscki pelas fotos que enfeitam esta e a publicação da semana passada.

 

Abraços,

 

Osório

 

POEMEMOS:

Perdido tempo

 

Esperei algum tempo

para pegar neste lápis e escrever,

pois havia tanta coisa pra dizer...

Nenhuma se encaixava.

 

Agora não há tempo.

Para que pensar para se expressar?

Pensei tanto que me faltam palavras,

só repito o que já foi dito.

 

Penso num tempo,

uma outra realidade...

Espelhos quebrados...

Meus pulsos cortados,

sangue e lágrimas mesclados,

mas não estou livre da dor...

 

e,

 

Transição

 

É estranho para mim agora

olhar o mundo

não me lembro quão rápido passou o tempo

mas ele passou...

 

Alegro-me em ver muitos de meus amigos

encaminhados na vida.

Entristeço-me ao ver alguns se perdendo...

Ou se esquecendo...

 

É difícil estar sozinho...

Sem ter um ombro pra chorar.

É difícil não ter ninguém

a quem se amar,

fica tudo tão vazio... sem expectativas, sem horizonte.

 

Autor: Gabriel Araújo em “Poesia de bolso”, edição do autor, 2008.

 

 

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