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Poesia: deleite-se ou delete-me (17.01.14).

 

Semelhantes,

 

 

Eu tenho tanto pra lhes falar, mas com palavras não sei dizer, como é grande o meu amor por vocês”!

O falar e o dizer usado pelo RC, nessa semana, foi motivo de espanto pelo Osório di Maraã, quando ouviu na TV alguém falar em “ver” e “enxergar”, dizendo ele que era a mesma coisa. Porém, ele espantou-se mais ainda quando eu lhe disse que não era a mesma coisa não, assim como não é a mesma coisa “escutar” e “ouvir”, “pegar” e “sentir” etc.

Você sabe a diferença entre rir e sorrir? Ela existe!

 

 

 

Você acredita na promessa abaixo?

 

 

Eu confio!

Mas, tem gente que tem mau gosto. Vejam as jovens abaixo:

 

 

(tradução: Lábios que bebem liquor não devem tocar nos nossos).

Que alívio!

 

(Beto e Cris, obrigado pela colaboração).

 

Abraços,

 

Osório

 

Poememos:

 

 

e,

 

"E as horas lá se vão, loucas ou tristes...

Mas é tão bom, em meio às horas todas,

Pensar em ti...Saber que tu existes!"

 

Autor: Mario Quintana.

 

e,

 

El amor de mi vida.

(Qué maravilla!)

Te negaré tres veces antes de que llegue el alba

Me fundiré el la noche donde me aguarda la nada

Me perderé en la angustia de buscarme y no encontrarme

Te encontraré en la luz, que se me esconde tras el alma.

 

Desandaré caminos sin salidas como muros

Recorreré los cuerpos desolados sin futuro

Destruiré los mitos que he formado uno a uno

Y pensaré en tu amor, este amor nuestro vivo y puro.

Te veo sonreír, sin lamentarte de una herida

Qué gloria te tocó, que ángel de amor que ha renacido

Qué milagro se dio, cuando el amor volvía a tu nido.

Qué puedo hacer, quiero saber,

qué me atormenta en mi interior

Si es el dolor, que empieza hacer,

miedo a perder lo que se amó.

Qué puedo hacer, quiero saber,

qué me atormenta en mi interior...

Será que eres: el amor de mi vida.

 

Autor: Pablo Milanés.

 

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